Agora, mudando o assunto para a área do anedotário saloio, não posso deixar de falar sobre o que aconteceu no sábado, no jogo entre o Sporting e o Benfica, para a «pré-fabricada Taça da Liga», parida para os clubes da capital poderem dizer que ganharam qualquer coisinha antes que não ganhem nada. Aquilo, foi um vómito autêntico, mas deu para os mais distraídos perceberem o nível de exigência daqueles que andam a apregoar aos sete ventos a «seriedade e a transparência» para o futebol português.
Não é que já não soubéssemos, mas pelo menos ficou ainda mais exposto o rabinho sujo desses meninos que têm passado estes últimos anos a conjecturar sobre a seriedade dos sucessos do Futebol Clube do Porto e a conspirar contra ele, na tentativa desesperada de o ultrapassarem através da perfídia, já que não o conseguem, como Homens, no futebol jogado, puro e duro.
Eu cobria a cara de bosta se os adeptos do meu clube se prestassem um dia a fazer esta figurinha triste de gente sem carácter e disposta a tudo, só para merecerem uns segundos das atenções do Mundo.
De tal maneira, disposta a tudo, que aceitam como boa e merecida, a «conquista» de um troféu através da alucinação [ele chama-se (a)lucínado baptista] de um árbitro que lhes ofereceu um penalti milagroso e expulsou ilegalmente um jogador da equipa adversária.
É esta, a seriedade dos vermelhos de um bairro ordinário de Lisboa, é com este mérito que consolam o ego de gente imoral e revelam à sociedade a linha tortuosa das sua colunas dorsais débeis e indefinidas.
É esta mesma gente que fala de transparencia e tem o desplante de andar a difamar quem é mais sério do que ela. Está à vista. O Benfica é isto. Trampa, corrupção e salazarismo pidesco.
PS-Vá, despachem-se, vão agora lá chamar o Platini & Ca., para ele ver como são sérios os vossos troféus...

