Louvável e criativa, a todos os títulos, foi a iniciativa da ACDP (parece-me mais apropriada esta sigla do que ACP, para não haver eventuais confusões com o ACP, de Automóvel Clube de Portugal) de se lançar à "compra" da ANA. Creio que, mais que não seja, para chatear (como diz o Arq. Alexandre Ferreira), é o pontapé de saída possível para que o poder central possa lembrar-se que os direitos de cidadania não se confinam ao votozinho nas urnas, e a uma atitude impotente e contemplativa da sua regular prepotência.
Está, pois, de parabéns, o José Ferraz Alves, mentor da ideia para a ACDP concorrer à privatização da ANA, bem como o nosso colaborador, Miguel Barbot. Mas, atenção, que não fique por aqui, que não passe apenas de uma acção quixotesca inconsequente e alvo da chacota dos poderes (políticos e económicos).

