06 junho, 2012

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4 comentários:

  1. Pois, Baía lá sabe…

    O QUE PODERIA VITOR BAÍA DIZER?

    Vítor Baía para lá de toda a mediática idolatria que a nomemklatura do FCP faz questão de lhe tributar, tem tido uma relação atribulada com o clube onde mais jogou e onde se tornou famoso.

    Primeiro que tudo, e para grande mágoa sua, foi a proibição de participar num dos campeonatos em que Portugal se sagrou campeão mundial de juniores por “imposição” do clube, que dele necessitava para jogar na equipa principal. E por aqui se vê como as coisas já se passavam em matéria de selecção no início dos longínquos anos 90. Quem tinha e quem não tinha influência da selecção.

    Depois foi a transferência para o Barcelona, que o FCP tentou contra a vontade de Baía evitar, acabando por a realizar por um preço inacreditável à época para um guarda-redes. Infelizmente, as coisas correram mal a Baía. Independentemente dos títulos que conquistou, foi lá, em Camp Nou, que sofreu as maiores humilhações da sua carreira. Por mais de uma vez um estádio em peso assobiava todas as suas intervenções, quaisquer que elas fossem. E algumas foram anormalmente más para a categoria de um guarda-redes como Vítor Baía. Estava-se na época da “maldição” dos guarda-redes do Barcelona. Não era de facto nada fácil substituir Zubizarreta.

    Desmoralizado, Baía regressou ao Porto. E o FCP é um daqueles clubes, como Vítor Baía bem sabe, onde tudo se “paga”. A fidelidade ao clube, mas também as “traições” e as “recuperações”das carreiras aparentemente comprometidas. Para azar de Baía ele lesionou-se e esteve largo tempo inactivo. Até que chegou Mourinho que ele já conhecia do tempo de Bobby Robson - no tempo, como diz Santana Lopes, em que Mourinho andava com o "saco das bolas" às costas.

    Tendo em conta o passado recente de Mourinho no clube, como “tradutor”de Robson, e a sua então reduzida dimensão na estrutura da equipa técnica, Baía supôs que poderia ombrear com Mourinho treinador, alguém que ele até tratava por tu. E houve desentendimento grave. Toda a gente tem disso conhecimento: não foi Scolari que inventou; Mourinho chegou a falar no assunto publicamente.

    Depois de adequado castigo, Baía, vindo de uma fase decepcionante da sua carreira e tendo consciência de que estava a perder a “parada”, recuou, pediu desculpa e tudo aparentemente se recompôs. Como os sócios e os adeptos continuavam a idolatrar Baía, Pinto da Costa cavalgou essa onda, tanto mais que a subida de forma de Baía em fim de carreira só traria vantagens – e muitas –, como trouxe, à equipa.

    Durante esses anos de fim de carreira de Baía, Pinto da Costa, com aquela convicção que ele sabe transmitir, apoiou-o como símbolo do clube e como jogador. As regras estavam bem estabelecidas para que pudesse haver dúvidas quanto ao comportamento a seguir. E Baía aparentemente não as teve tanto assim que aceitou uma passagem tranquila para o banco, dando lugar a uma jovem promessa que entretanto havia surgido.

    Terminada a carreira ficou no FC Porto num lugar semelhante ao que agora ocupa Fernando Gomes (outro recuperado por Pinto da Costa) até que com a vinda de Villas-Boas foi despedido. Que ligação havia entre ele e Villas-Boas no tempo de Mourinho é coisa que só dentro do clube sabem.

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  2. Já fora de funções, Baía queixa-se de que não lhe estão a prestar no FC Porto o reconhecimento que uma antiga glória como ele merecia. É o ressentimento a vir novamente à superfície. E, pecado dos pecados, diz publicamente que se tivesse sido jogador do Benfica teria tido seguramente outro reconhecimento nacional, dentro e fora do próprio clube. Lamenta muito que no Porto as coisas não se passem assim.

    Esta declaração foi fatal. A confiança, que já não era muita, voltou a quebrar-se. O que se terá passado com Baía só ele o saberá. O Porto é uma cidade pequena e tudo quanto esteja directa ou indirectamente ligado ao futebol é dominado pelo FCP. Tudo. Baía que já tinha obrigação de saber isto, voltou a aprender à sua custa. E eis que agora lá vem ele dizer que as palavras de Scolari são falsas já que ninguém de dentro do clube iria pôr em causa a sua participação na selecção nacional, tanto mais que ele tem no presidente do FCP um grande “amigo” sem reservas.

    Pois, Baía lá sabe…

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  3. Anónimo [ou seja, pessoa ou coisa pouco credível]:

    Apesar de ter publicado os seus 2 comentários não quero deixar de lhe dizer umas coisinhas:

    o Victor Baía às vezes porta-se como um menino mimado. Já no tempo do Mourinho teve problemas com ele por achar que era intocável. Qualquer pessoa de bem sabe que qualquer jogador que passe pelo FCPorto, que saiba manter-se sempre no seu lugar, que não seja vulnerável às solicitações dos inimigos e adversários do FCPorto [como deve ser o seu caso] é sempre bem tratado e tem grandes possibilidades de no fim da carreira ainda lhe ser oferecido um lugar na estrutura do clube como acontece actualmente com joão Pinto, Capucho, André, Paulinho Santos, Fernando Gomes, etc., etc. [isto só para falar de futebol... Deco, por exemplo, se quiser tem as portas abertas no clube, pois foi sempre digno de envergar a camisola do FCP resistindo sempre às entrevistas armadilhadas de venêno da comunicação social. Victor Baía às vezes é muito impaciente e pensa que o clube tem de andar a reboque dos seus caprichos de circunstância. Nem ele, nem ninguém está acima do clube. Para terminar, causa-me vómitos só de imaginar o FCPorto um dia a imitar os seus rivais de Lisboa com as corridas de vaidades que por lá se costumam fazer. Ainda bem que eu sou portista. Não é o seu caso, não é... Paciência, ninguém é perfeito.

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  4. o valimento de alguns "comentadores", com cenários hipotéticos e congeminados à medida dos seus argumentos, escondidos atrás de anonimatos, tem a justa medida da pequenez dos cobardes.Intriguistas, manipuladores, e desavergonhados.
    Fico à espera de que este anónimo dê a cara, e sustente a sua tese.
    Até lá é mais um dos propagandistas de vermelho que por aí pululam

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