![]() |
| Clicar sobre a imagem para ampliar Enviado por Renato Oliveira ao Correio do Leitor do JN |
20 janeiro, 2011
02 novembro, 2010
O ACORDO
26 outubro, 2010
O país do faz de conta
04 outubro, 2010
POBRES MAS …”RICOS”
22 março, 2010
Primeiro Ministro dos Portugueses?
“Descobrimos” nós Portugueses que o Sr.Primeiro Ministro é benfiquista desde que nasceu!
Tudo bem, tem todo o direito de o ser! Contudo é inadmissível, na minha opinião, que sendo
O primeiro-ministro de todos os portugueses, venha para a comunicação social afirmar que
quer que o benfica vença os jogos que terá com outros clubes portugueses, alinhando
publicamente por uma facção vermelha, em detrimento de outras cores que deveria resguardar!
E já que ficou muito feliz pela vitória do seu benfica, na taça da liga da cerveja, assuma que
o país merece e precisa de um primeiro-ministro que governe Portugal e que não divida,
ainda mais, os portugueses em cidadãos de primeira e cidadãos de segunda!
É que desta maneira, sem ser recatado, adensa-se a teia de relações e compromissos pouco
claros, com interesses de diferentes índoles, como se tem provado nas campanhas eleitorais,
onde aparece o dirigente mor daquele clube a dar apoio ao actual primeiro-ministro!
E parafraseando alguém: “Não havia necessidade”!
Renato Oliveira
Porto
07 fevereiro, 2010
DIREITO À INDIGNAÇÃO
16 novembro, 2008
Carta enviada ao JN, de Renato Oliveira
Enviada: sábado, 15 de Novembro de 2008 19:14
Para: 'csantos@jn.pt'
Cc: 'leitor@jn.pt'
Assunto: Página do Leitor
REGIONALIZAÇÃO
A não criação das regiões administrativas, previstas na Constituição da República desde 1976, tem constituído uma continuada inconstitucionalidade por omissão, para além de representar a negação de um direito dos cidadãos a uma Administração pública regionalmente descentralizada!
Numa época em que a participação cívica e política na vida colectiva, sobretudo ao nível das novas gerações, é cada vez menor, a regionalização apresenta-se como um projecto de promoção e aglutinação da cidadania, mobilizador da aproximação entre eleitos e eleitores, cidadãos e instituições, verdadeiro factor de credibilização do Estado e da democracia.
A criação das cinco regiões, atendendo às características de desenvolvimento económico e social que nelas já existem, será um instrumento natural de aplicação do espírito de solidariedade inter e intra-regional.
As cinco regiões administrativas a criar, contribuirão para a democraticidade da administração dos interesses públicos regionais, que se encontram num estado comatoso, e para a redução do número de responsáveis políticos actualmente existentes a nível dos 18 Distritos nacionais. Assim, estas cinco regiões contribuirão para o equilíbrio das finanças públicas, e para uma correcta aplicação do principio da subsidiariedade.
Renato Oliveira
Porto


