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05 janeiro, 2011

Para refrescar memórias




A INAUGURAÇÃO DA SEDE DO PARTIDO DO NORTE JÁ FOI HÁ ALGUMAS SEMANAS, MAS NUNCA É DEMAIS LEMBRAR OS NORTENHOS QUE, APESAR DE TUDO, PODE ESTAR AQUI A LUZ AO FUNDO DO TÚNEL, DO NOSSO DESCONTENTAMENTO.

15 outubro, 2010

Hoje, recolha de assinaturas do Movimento Pró Partido do Norte


Sexta-feira dia 15, pelas 22 horas o MPN vai estar na noite no Porto para recolha de assinaturas.

Marca a tua presença junto à livraria Lello.

Apoia o Porto, apoia o Norte!

20 setembro, 2010

Intervenção inauguração sede

Meus amigos,


Esta sede parece uma casa pequena pela óbvia razão de que é uma pequena casa.

Esta rua parece uma rua estreita porque é na verdade uma rua estreita.

Mas de uma coisa vos posso garantir: não há Avenida nem Praça nem Palácio que seja capaz de albergar o entusiasmo, a determinação e a energia nortenha dispostos a levantar o país , a defender os interesses do Norte e a definir-lhe uma estratégia de desenvolvimento, de progresso e de justiça social.

O nosso Movimento quer ser a voz dessa força e hoje damos-lhe uma morada que é afinal um ponto de partida. Portugal precisa de uma Região Norte que seja forte e o Norte precisa de um partido que seja seu.

Um partido que, por exemplo, exprima a justa indignação que nos merece essa afronta de nos quererem impôr um novo imposto em estradas do Norte. Só um partido como o nosso, um partido novo, um partido livre, um partido limpo, é que tem autoridade para lhes perguntar e lhes exigir que expliquem que tipo leonino de contratos fizeram com as concessionárias das Scuts. Essas parcerias desastrosas garantem 14% de retorno sem risco ao dito investidor, mas isso à custa do contribuinte e, até ver, à custa apenas dos cidadãos nortenhos.

Se há crise para uns, há crise para todos e se tem de haver custos para o utilizador, como dizem, tem de haver riscos para o investidor.

Mas não é só por isso que o Norte precisa de um Partido.

Só um partido como o nosso, um partido de gente honesta, um partido de gente capaz, um partido de gente dedicada tem coragem para denunciar o mais recente ataque dos centralistas à indústria têxtil e do vestuário, essencialmente sediada a norte.

Invocando as cheias do Paquistão, acaba de ser aprovada na União Europeia a suspenção dos direitos aduaneiros para a importação de produtos têxteis e de vestuário, apresentando-se essa medida como uma forma de ajuda às populações do Paquistão. É óbvio que essa benesse só vai favorecer as grandes empresas exportadoras Paquistão que se situam fora das zonas afectadas mas não vai levar um pão ou uma semente aos milhões de desalojados nem tão pouco contribuir para a melhoria das suas condições de vida.

O que é grave e escandaloso nisto é que o nosso Governo, obcecado com o seu projecto de ganhar uma poltrona no Conselho de Segurança da ONU, e desejoso de angariar todos os votos venham de onde vierem, desde o Kadhafi ao Chavez e congéneres, demitiu-se em Bruxelas da defesa dos interesses da nossa indústria têxtil e vestuário. A aprovação desta medida é particularmente gravosa num momento em que as empresas tentam com dificuldade sair da crise económica e ao mesmo tempo se vêm confrontadas com o aumento exponencial do preço das matérias-primas. Este voto em Bruxelas do Governo português não ajuda em nada os infelizes que andam com os pés na água lá no Paquistão, mas vai tirar o pão a centenas de famílias operárias da nossa Região. E que o Sr. Ministro não nos venha dizer que não faz mal, porque é uma medida temporária e que daqui a 3 anos volta a haver direitos de importação. É preciso ser-se muito cínico para fazer uma afirmação desse calibre.

Alguém ouviu o Governo e os outros partidos explicarem bem as razões de ser destes votos?

O Norte precisa também de cuidar dos seus interesses próprios, de encontrar o seu modelo de desenvolvimento económico e social que lhe é negado pelo centralismo. De retomar as energias e o dinamismo que são seu apanágio, de basear o futuro nas suas empresas e nos seus trabalhadores, com um quadro que lhe seja favorável (e não adverso como tem sido o caso). E o Norte precisa também de assumir as suas responsabilidades, as suas culpas, e corrigir os seus erros, pois não é apenas apontar o dedo ao centralismo, mas é necessário também cuidar de nós próprios e recuperar o nosso brio.

Sim o Norte precisa de um partido e o partido precisa de uma casa, mas a casa e o partido são coisa vossa, pertencem ao povo do Norte. Se um dia esta sede vos não mais pertencer, botem-lhe fogo e recomecem do princípio.

Por Portugal e pelo Norte!

Viva a Região Norte!

Francisco Sousa Fialho

(Fonte: Blogue do MPPNorte)

19 setembro, 2010

Partido do Norte abriu sede

Ao inaugurar, ontem, sábado, a sede do Movimento pró-Partido do Norte, Pedro Baptista criticou as portagens nas SCUT e João Anacoreta Correia o acordo com o Paquistão que lesará o sector têxtil. Pressionar Lisboa para o Norte ser a primeira região-piloto é o objectivo.

Unidos pela vontade de revitalizar o Norte - "a única região que regrediu nos últimos anos", disse ao JN - o (ainda) socialista Pedro Baptista, João Anacoreta Correia (ex-CDS-PP) e Francisco Sousa Fialho defenderam, ontem, na sessão inaugural da sede do Movimento pró-Partido do Norte (MPN), no Porto, que o Norte deve ser a primeira região-piloto.

Considerando "positivo" que o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, tenha reconduzido à agenda política a regionalização - a pretexto do projecto de revisão constitucional - o porta-voz do MPN, Pedro Baptista, quer que "deixe de ser absolutamente necessária a simultaneidade de criação das regiões". Por isso, "se for para criar uma região-pioloto, que seja o Norte", disse ontem à noite, ao JN. Porque, justificou, "é a região onde há mais consenso entre os autarcas, como comprova a 'Declaração da Alfândega' e onde há mais massa pensante: 3,7 milhões de pessoas".

A regionalização é a principal bandeira do MPN, com o porta-voz (ainda filiado no PS, embora diga que "quando entender" sai) a advogar que não acarreta mais despesa pública, pois não se duplicam cargos. Basta acabar com os 23 governos civis e as CCDR (comissões de coordenação e desenvolvimento regional) "que têm um papel meramente consultivo".

Já Anacoreta Correia preferiu zurzir no acordo com o Paquistão que, segundo Baptista, "põe em causa dois mil empregos nos têxteis europeus e causa uma diminuição nas vendas de 18 milhões de euros anuais". Combater o pagamento de portagens nas SCUT do Norte foi um dos tónicos da sua alocução.

Tendo já iniciado a recolha das assinaturas necessárias para se formalizar como partido, o MPN espera ter concluída a missão dentro de dois meses e pretende realizar o seu congresso constitutivo ainda no primeiro trimestre de 2011, logo após as presidenciais de Janeiro.


Alexandra Serôdio [JN]

02 junho, 2010

Hoje, na TVI 24, às 22 horas

Caros leitores,

Hoje, 02-06-2010 na TVI 24, não percam a entrevista com o Dr. Anacoreta Correia, pelas 22H.

31 maio, 2010

Salvé o MPPN [Movimento Pró Partido do Norte]!

Com as cautelas que estas iniciativas recomendam, também fiquei satisfeito com o ambiente da reunião e com o número muito razoável de participantes.

Vale o que vale, mas até eu, que [como sabem] estou escaldado com a política e com os políticos, apreciei a informalidade dos diversos depoimentos que me pareceram sérios e particularmente sentidos. Os intervenientes mais mediáticos souberam estar à altura da situação e quase todos eles aguentaram firme, até ao fim.

Apreciei as diversas intervenções, como a do Carlos Abreu Amorim, pessoa que admiro e gosto de ouvir, assim como a de Paulo Morais, Rui Fajó e Francisco Sousa Fialho. Achei, no entanto, que Pedro Baptista conseguiu temperar o discurso com muita alma, o que, em iniciativas desta natureza é de extrema importância. O Porto está órfão de líderes, venham eles então, se vierem por bem... 



Ler aqui artigo de Carlos Abreu Amorim