07 março, 2012

Prefácio do post II

Confesso que já ando a ficar saturado do discurso queixinhas e resignado dos nortenhos, em particular, daqueles que mandatados por nós, pouco ou nada fazem para inverter esta praga centralista que não pára de crescer e nos asfixia. Refiro-me, como não podia deixar de ser, aos políticos. 

No Renovar o Porto, não funcionamos com o rabo entalado, como os media tradicionais, aqui  fala-se limpo, e não temos negócios inibidores com os órgãos do poder, para atribuir a "todos" a responsabilidade que é de alguns. Vivemos num país hiper-centralista, é um facto, mas não temos um partido único, as terras ainda não foram colectivizadas, e o poder, que se saiba, não caiu na rua. 

Portanto, assumamos de uma vez as responsabilidades na proporção correcta do grau hierárquico de cada um, e não permitamos mais que nos lancem areia para os olhos. Se vivemos numa democracia representativa, se elegemos outros para nos governarem, então que saibam representar-nos, quando faz sol, e quando chove.

Climaticamente falando, sol em Portugal, é coisa que não falta. Falta sim, - e muito -, é o sol da justiça social e do progresso. A chuva, nesta democracia pérfida, pode vestir-se de troikas e de sacrifícios, mas o papel de guarda-chuva tem de ser dado a quem tem a responsabilidade de nos representar, aos governantes, e não aos eleitores, como tem vindo a acontecer. O que nos estão a fazer, é obrigar-nos a pagar crimes que não foram por nós cometidos, mas sim pelo laxismo, pela incompetência e irresponsabilidade de sucessivos governantes.   

Neste espaço, só é dado o benefício da dúvida [e mesmo assim, não muito], a partidos e políticos que ainda não tiveram poderes governativos. Aos outros, já nem sequer os posso ouvir, quanto mais dar-lhes a honra do meu voto. Por mim, estavam todos no desemprego, que é o lugar próprio dos vigaristas.

1 comentário:

Anónimo disse...

Sejam do Sul do Centro ou do Norte, esta corja de gente política o que querem é tacho.
Vejam já os familiares deles a fazer carreira; filhos, netos, esposas, sobrinhos etc, é o que está a dar.
Roubam mas não é nada com eles, fazem merda, quem paga são os outros.
Esta gente já não têm mais adjectivos: ladrões, incompetentes e mentirosos.
Aqui vai o meu desprezo e nojo: desapareçam para sempre...

O PORTO É GRANDE, VIVA O PORTO.