11 setembro, 2016

A equipa e o treinador, cumpriram. O presidente, ainda não...

Layún foi, mais uma vez, muito influente no bom jogo colectivo

Insisto no tema. Insistirei sempre, enquanto não notar uma reacção clara de rejeição contra arbitragens venenosas da parte da cúpula directiva do FCPorto. 

O FCPorto de Nuno Espírito Santo inspira-me confiança.

A equipa é combativa,  já não tem medo de atacar, nem lateraliza tanto o jogo como acontecia no passado recente. Quem não é mesmo nada combativo, é o corpo directivo do FCPorto, onde se destaca a figura do presidente, omissa e permissiva com a hostilidade das arbitragens, claramente empenhadas em prejudicar o nosso clube e beneficiar os clubes da capital. Tal é a mudança, que às vezes até parece cumplíce dos árbitros. Há coisas que, por mais controlados que possamos ser não se podem tolerar. 

O critério que sustentou os dois golos do Sporting e lhe facultou a victória na jornada anterior já não foi seguido ontem no Dragão. Como a bola entrou na balisa adversária do FCPorto, então muda-se de chip e invalida-se o golo. É óbvio que, de tão traiçoeira que é, a tese da "mão na bola/bola na mão" encaixa na perfeição nos planos dos clubes da capital para pressionarem os árbitros cobardes. Porra! De que estão à espera os "lideres" portistas para falarem de coisas sérias! Andam a inaugurar casas do clube como se tudo corresse dentro da normalidade, a falar do orgulho nortenho e contra o centralismo, e são incapazes de abrir a boca para o combater frontalmente. Que valentia é essa?

Pronto, ganhámos, está tudo bem quando acaba bem. E se não tívessemos marcado mais nenhum golo além do que foi mal anulado, como seria? Como é que nos deixamos embalar por critérios tão demagógicos? Será que Pinto da Costa está a fazer tudo para perder o respeito e para arrastar com ele o FCPorto? Achará ele que é assim, com esta postura de homem vencido, subserviente, calado, que está a ajudar o clube? Não lhe bastaram três anos de deserto, desportivo e até financeiro na última época, para perceber que assim não vai a lado nenhum?

Repito: que os jogadores se apliquem, deixem a pele em campo para vencer, tudo bem, é essa a primeira condição para jogar no  FCPorto. Agora, que pensem que os jogadores têm de extrapolar essas obrigações para competências que não são as suas, é um abuso, uma demissão cobarde de quem está no topo da pirâmide com falta de memória...  

2 comentários:

Anónimo disse...

Eu já estou cheio da conversa da treta do nosso presidente gostaria mais que alguém do FCP pusesse a boca no trombone dos roubos da máfia da arbitragem em todos os jogos do FCP, porque o Maior perdeu a voz à muito tempo e eu sinto meu Clube a ser prejudicado sem que alguém reaja. O silêncio continua, se não têm coragem de reagir dêem lugar a outros.

Abílio Costa

Anónimo disse...

Criterios estranhos:

https://www.facebook.com/TribunalDasAntas/photos/a.1522622914716835.1073741830.1515912312054562/1653076301671495/?type=3&theater