09 junho, 2008

Nota informativa

Devido a uma breve ausência do país e a partir da próxima quarta-feira, até domingo, não vou poder prestar (calculo) a minha colaboração regular no Renovar o Porto. Como portuense e provinciano que me prezo de ser, não tenho estatuto (nem estômago) para frequentar o mundo hiper-cosmopolita e intrépito de Lisboa, por isso, tive (com grande pesar) que "optar" por ir a Nova Iorque...
Não é bem a mesma coisa, eu sei, mas pode ser que dê para esquecer um pouco o Bairro Alto, a Alfama e... o glorioso !
Eu peço desculpa, mas não consigo libertar-me destes epidérmicos complexos de inferioridade. Que, querem, provinciano é mesmo assim ...
Até lá, o nosso amigo Rui Farinas fará o favor de "alimentar" o espírito irreverente do Renovar o Porto com os seus oportuníssimos posts, aos quais, tenho a certeza, os nossos amigos e leitores farão os comentários da praxe.
Até breve

5 comentários:

  1. Caro Rui Valente.

    Desejo que tenha boa viagem e muito gozo.

    Quando regressar vamos ter que debater o assunto "Partido Regional" se estiver de acordo.

    É muito urgente para os Portuenses e não só.

    Abraço

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  2. O meu caro Rui Valente é a alma deste blogue, por isso volte depressa. Entretando farei o melhor que puder durante a sua ausência. Tenha uma boa viagem e até breve.

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  3. Que inveja!
    Boa viagem, aproveite e se vir por aí, perdido, o Bush, dê-lhe um pontapé no traseiro.
    Um abraço

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  4. Logo, como os ilustríssimos leitores estão fartíssimos de ouvir falar nas desgraças que aí vêm, proponho que se faça o exercício contrário: o que podemos nós fazer para minorar os efeitos do vendaval que nos está a cair em cima.

    1) Como o preço dos combustíveis nunca mais descerá abaixo dos 100 dólares e pode mesmo chegar aos 200 em quatro anos, há uma forte probabilidade de se reduzir drasticamente a utilização do transporte aéreo e de viaturas particulares nos próximos anos - mesmo que depois, devido a inovações tecnológicas, se verifique uma recuperação. Assim, a primeira sugestão é que o Governo suspenda e adie tudo o que seja investimentos previstos em infra-estruturas aéreas ou rodoviárias. Esses recursos vão ser desesperadamente necessários para fazer face à crise social que está inscrita no horizonte.

    2) Como a água se vai tornar um bem dramaticamente escasso ("vide" o caso de Barcelona), deve ser implementado um vasto programa nacional de construção de tanques em todos os edifícios. A água da chuva assim retida deve ser utilizada para fins em que não é necessário que ela seja potável, como esgotos, lavagens, etc. É também necessário desenvolver sistemas inovadores de rega na agricultura, por forma a reduzir drasticamente o consumo de água. E tem de se reequacionar o que se vai fazer com os numerosos campos de golfe que existem no país.
    (Expresso)

    É isso SUSPENDER os MEGA INVESTMENTOS em infraestruturas areas e rodoviarias.

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  5. Um abraço a todos, e até breve!

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Abrimos portas à frontalidade, mas restringimos sem demagogia, o insulto e a provocação. Democraticamente...