14 junho, 2010

Discursos sem substância


O humor negro de Manuel António Pina pode disfarçar a frustração de termos que lidar com políticos de tão baixo nível, mas não nos satisfaz a exigência de cidadãos integrados numa União Europeia que se quer próspera e evoluída.

De facto, hoje, até os putativos homenageados tiram o brilho às estátuas...













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1 comentário:

Anónimo disse...

Para mim, foi um discurso de um presidente com falha de memória.
Discursos virtuais, fora de tempo
e sem matéria!.. que me perdoe o sr presidente mas muitas das vezes parece uma múmia com a boca aberta.

As vezes apetece-me dizer: a Bem da Nação porque não te calas.

O PORTO É GRANDE VIVA O PORTO