| Parece um presidente? De quê? |
Se alguém disser, escrever, berrar, acusar até, que Cavaco Silva é cúmplice, por omissão, pelos maus tratos infligidos pelo Governo à população, estará porventura a fazer algo indevido, a desrespeitar Sua Exa.?
Se alguém, porque confiou na palavra do Presidente da República, depositou e investiu nos Bancos (BES) as suas economias, e que passado algum tempo ficou despojado das mesmas, poderá afirmar, sem cair no ridículo, que o PR alguma vez usou da magistratura de influência para sugerir ao Banco de Portugal a reposição dos valores subtraídos? Não, não pode, bem pelo contrário!
Cavaco, induziu os depositantes em erro quando disse que (sic), "os portugueses podiam confiar no BES". Cavaco, é tão intelectualmente limitado, que ao proferir essas palavras estava a dizer aos portugueses (e aí sim, com sabedoria) que não podiam confiar no homem, nem no Presidente da República...
Cavaco é duplamente cúmplice e irresponsável: primeiro, porque influenciou, e segundo porque se demitiu de responsabilizar quem o influenciou a ele. Mas há ainda um terceiro grau de irresponsabilidade: decorridas todas estas peripécias, nem mesmo assim Cavaco foi capaz de abrir a boca para se redimir das suas leviandades perante os cidadãos
Se alguém, porque confiou na palavra do Presidente da República, depositou e investiu nos Bancos (BES) as suas economias, e que passado algum tempo ficou despojado das mesmas, poderá afirmar, sem cair no ridículo, que o PR alguma vez usou da magistratura de influência para sugerir ao Banco de Portugal a reposição dos valores subtraídos? Não, não pode, bem pelo contrário!
Cavaco, induziu os depositantes em erro quando disse que (sic), "os portugueses podiam confiar no BES". Cavaco, é tão intelectualmente limitado, que ao proferir essas palavras estava a dizer aos portugueses (e aí sim, com sabedoria) que não podiam confiar no homem, nem no Presidente da República...
Cavaco é duplamente cúmplice e irresponsável: primeiro, porque influenciou, e segundo porque se demitiu de responsabilizar quem o influenciou a ele. Mas há ainda um terceiro grau de irresponsabilidade: decorridas todas estas peripécias, nem mesmo assim Cavaco foi capaz de abrir a boca para se redimir das suas leviandades perante os cidadãos
Ainda que mal pergunte: e agora, senhor Cavaco? Teria V. Exa. coragem para consentir a prisão dos depositantes se amanhã decidissem eles assaltar o BES? Teria sim, senhor, digo eu! A coragem dos fracos. Porque para decisões dessa "grandeza" nem é preciso ser corajoso!


