| Esta senhora é mais que uma ex-juíza, é uma mulher íntegra. Fez cair a máscara da "justiça" lisbonária |
Aos opositores da abstenção, especialmente a determinados "portistas", dirijo esta singela pergunta: por que razão optaram por votar em partidos políticos de ideologias teoricamente diferentes, se essa opção não lhes dá qualquer garantia que o partido escolhido levará a cabo os seus projectos? Projectos esses ambíguos, e praticamente semelhantes a outros? Nem depois de andarem há décadas a ser humilhados por um regime que os ignora, e discrimina, são capazes de perceber que os partidos só querem votos para poderem atingir objectivos meramente pessoais?
Será que nem o futebol os ajuda a compreender que em Portugal a política, antes de mais, serve uma cáfila de oportunistas e cobardes? Então, não lhes chega constatar que, da esquerda, à direita, não há um único partido que tenha tido a dignidade e coragem, de abordar o escândalo do "Benfica" no Parlamento? Então não sabem que num país normal, democrático, era isso que já tinha sido feito? Que já tinham obrigado o Governo a debater o caso, como fazem com outros? Nem o conluio do Ministério Público lhes diz nada? Não sabem que isso é uma postura própria de gente de baixa categoria, ou, no mínimo, suspeita? Acham isso normal ?
E já pensaram na palhaçada circense que foi a chegada dos novos candidatos à vida política, esses partidos nazis que agora chegaram à política?. Que dizer dos que votaram no partido "Chega", desse cartilheiro assumido chamado André Ventura? Terão sido úteis os votos colocados na urna desses gajos? Gajos destes chegam ao poder pelo voto, não pelas abstenções. Em que base de confiança sustentam a importância do voto? Na credibilidade, ou na fé? E por que não podemos votar contra? Já pensaram nessa possível opção? Não convém aos políticos, pois não? E por que será, já pensaram? Aqui o espírito democrático desaparece, o voto do não é proibido. Já o voto em branco é muito pragmático, e útil...
E já pensaram na palhaçada circense que foi a chegada dos novos candidatos à vida política, esses partidos nazis que agora chegaram à política?. Que dizer dos que votaram no partido "Chega", desse cartilheiro assumido chamado André Ventura? Terão sido úteis os votos colocados na urna desses gajos? Gajos destes chegam ao poder pelo voto, não pelas abstenções. Em que base de confiança sustentam a importância do voto? Na credibilidade, ou na fé? E por que não podemos votar contra? Já pensaram nessa possível opção? Não convém aos políticos, pois não? E por que será, já pensaram? Aqui o espírito democrático desaparece, o voto do não é proibido. Já o voto em branco é muito pragmático, e útil...
Mas há tipos que mesmo assim são contra a Regionalização, e que agora se agarram à Catalunha para a envenenar. São tão estúpidos, e sectários, que não ousam falar dos países regionalizados que evoluíram sem quaisquer problemas. A maioria desses países regionalizados progrediram, os outros, como Portugal, são os piores. O problema da independência da Catalunha, é antigo, histórico mesmo. A Catalunha, assim como o país Basco, lutam há muito pela independência, e não foi por terem autonomia que reclamam a independência. Ambas as culturas são totalmente diferente da castelhana. Só não sabe, quem não quer. É chocante imaginar que ainda haja portistas contra a regionalização, depois de estarem a ser roubados, chulados, e discriminados pelo centralismo! É espantosa a estupidez desta gente, é masoquismo puro!
Eu assumo o que escrevo. Se alguma vez fôr chamado a depôr pelo que penso e escrevo, cá estarei para o confirmar. Ninguém me rouba o pensamento, é meu, é sagrado. Estou-me a marimbar para os críticos do tipo NIM. Não são carne, nem peixe. São nada.
Só assim se percebe por que é que vendo o seu clube, o FCPorto, a ser tratado e prejudicado infamemente, evitam falar do governo e dos partidos políticos, como se eles nada tivessem a ver com o futebol. Preferem apontar o dedo aos adversários, como se fossem eles os governantes. Parecem, mas não são.
PS-Aos portistas que não se revêm nestes a quem me dirijo, as minhas cordiais e solidárias saudações.
Aos outros, só posso aconselhar isto: definam-se, mas antes esclareçam-se!
Aos outros, só posso aconselhar isto: definam-se, mas antes esclareçam-se!





