28 janeiro, 2010

Links "divertidos"

Belmiro de Azevedo diz que "Cavaco é ditador" e que Sócrates manda sozinho

Só agora, Belmiro?

Acordo com a Câmara de Lisboa valeu ao Benfica 65 milhões de euros

Transparência [e verdade desportiva] à moda de Lisboa...

6 comentários:

Anónimo disse...

Belmiro de Azevedo tem toda razão
quando fala destes rapazotes da política.
Toda esta geste,é mais conhecida que o tremoço!...não disse nada de novo...
Tambem ele não é flor que se cheire
faz pouco ou nada pela região...ou
ele não fosse anti-regionalista.

Quanto aos milhões que a câmara de Lisboa deu para os encarnecidos!é
natural, porque eles chulam meio mundo.
Estou-me a rir, porque este pseuda-
autarca do Porto andou a meter pessoas em tribunal que segundo ele, andavam a favorecer bens imoveis e dinheiros ao FCPorto!... que depois se provou que era mentira.
É caso para dizer: toma lá o ignorante complicado anti-portista
os teus amigos de Lisboa são uns mãos largas...

O PORTO É GRANDE VIVA O PORTO.

dragao vila pouca disse...

Sobre o Belmiro, concordo com o Rui. Sobre o Benfica, vendo isto e sabendo o que, por exemplo, já passou o Nuno Cardoso, só dá vontade de gritar: tenham vergonha!

Um abraço

antónio disse...

afinal já se sabe de onde vem o petróleo

Anónimo disse...

Investimento do Estado para os proximos tempos:

Grande Lisboa : + 27%

Grande Porto : -84%

E esta heim???

Anónimo disse...

Primo de José Veiga continua a ser funcionário do Benfica



O segurança do Benfica que agrediu o dirigente do FC Porto Acácio Valentim no túnel da Luz em 2008 continua a ser funcionário do clube e não está debaixo de nenhum inquérito, disse ao GRANDE PORTO uma fonte oficial do clube encarnado

Semanário GrandePorto (online)

Anónimo disse...

Caro Rui
Bragança é a região que percentualmente mais perde e Lisboa o distrito menos afectado de 2009 para 2010 na distribuição distrital das verbas do Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC).

O distrito de Bragança perde quase cem por cento das verbas inscritas em PIDDAC, passando de 88,6 milhões de euros para agora pouco mais de um milhão.

De acordo com os mapas de programação financeira, todos os distritos e regiões autónomas registam quebras na comparação das tabelas. Só aumentam valores não descriminados, designados como "vários distritos" e regiões-plano, que ainda assim não evitam uma queda total de quase meio milhão de euros.

Fonte do Ministério das Finanças disse à Agência Lusa que o PIDDAC tem vindo a perder verbas porque o dinheiro tem sido canalizado "para outros pacotes de financiamento" como parcerias público-privadas, orçamentos ministeriais ou empresas públicas.

Ainda assim, nas verbas identificadas por distritos e regiões autónomas, todos perdem mais de 40 por cento do dinheiro, com uma excepção: Lisboa, que perde "apenas" 18,2 por cento - passa de 400,2 para 327,4 milhões de euros.

Se Bragança é o caso mais afectado, Beja, Região Autónoma da Madeira, Viseu, Portalegre e Vila Real também têm menos 90 por cento do dinheiro.

Com quebras entre 80 e 90 por cento seguem-se a Guarda, Viana do Castelo, Porto e Setúbal.

Em termos absolutos, o Porto regista o maior trambolhão nos valores das tabelas, com uma queda de 295,7 milhões de euros (passa de 351,4 milhões para 55,7).

Seguem-se Setúbal, com menos 148,4 milhões (passa de 178,5 para 30,1 milhões) e Aveiro com uma quebra de 88,8 milhões (de 111,4 para 22,6).

Segundo fonte do Ministério das Finanças, o PIDDAC tem vindo a perder verbas todos os anos porque "têm sido canalizadas para outros pacotes de financiamento", seja através de parcerias público-privadas, orçamentos ministeriais ou empresas públicas.

Exemplo disso, referiu, é o caso da Estradas de Portugal que passou a incluir no seu orçamento algumas das verbas para investimentos rodoviários que estavam inscritas no PIDDAC.

O PIDDAC é apenas um instrumento de transferência de verbas do poder central para as regiões e a recente reorganização administrativa do país reforçou o papel dos investimentos supra-municipais em detrimento dos projectos concelhios", acrescentou a mesma fonte.

Por isso, "muitas das verbas saem da rubrica distrital para passarem a fazer parte das sub-regiões que compõem as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional", acrescentou a mesma fonte.
Razão tinha o Zeca Afonso....eles comem tudo
jose carvalho