Para memória futura e presente, e para que a ingratidão não bata a esta porta, com discursos de pedagogia barata, venho recordar certos leitores do Renovar o Porto, que apesar de ser muito crítico quando acho que devo ser, não me deixo ficar pela crítica, proponho, apresento alternativas e até faço um desenho se preciso fôr.
Desde que o FCPorto decidiu autorizar a divulgação do programa Universo Porto da Bancada, apresentado por Tiago Girão, no Porto Canal, nunca deixei de o ver e sempre me congratulei com a iniciativa, particularmente pela denúncia de casos com relações obscuras entre o Benfica, árbitros, e outras figuras ligadas ao futebol, protagonizada pelo director de Comunicação do FCPorto, Francisco J. Marques. Só lamentei os anos de atraso que se perderam para tomar essa decisão, porque não só nos custaram alguns campeonatos, como foram humilhantes para a massa adepta do FCPorto (para parte dela, pelo menos). Humilhantes, e revoltantes, senhor Pinto da Costa!
Por vezes, dizia para mim se era só eu que desconfiava do comportamento demasiado suspeito das arbitragens, tão permissiva e muda, que era (e ainda é, diga-se) a reacção do Presidente a todas as tropelias à verdade desportiva protagonizada por vários árbitros. Tive sempre muita dificuldade em acreditar que se tratasse de simples incompetência, como alguns ingénuos ainda pensam. Tinha de haver marosca, e pelos visto há. E da grande.
Por isso, e como acima referi, criticar construtivamente pode ser uma coisa muito boa. Se houver dúvidas, basta reler o que aqui escrevi em 01/02/2014, dando o meu contributo com os meus disparates politicamente incorrectos, para ser feito aquilo que faltava.

