Nota de RoP:
Quando todos se entusiasmavam com a movida do Porto, partilhei desse entusiasmo, mas sem demasiada euforia, pelas mesmas razões aqui evocadas pelo Arq. Gomes Fernandes. Podem confirmá-lo aqui.
O Porto esteve sempre ligado a acontecimentos de maior relevo da História nacional. Na génese do nome do país (Portucale)foi berço do Infante D. Henrique e fiel depositário do coração de D. Pedro IV em homenagem aos tripeiros pelo contributo prestado à causa liberal. Factos históricos que, repetidamente os governos centralistas parecem desprezar. É tempo de exigirmos o respeito que nos é devido.
| Soares, anarquista? |
| ISTO, TAMBÉM É POVO... |
| Pinto da Costa |
| Marinho e Pinto |
| Paulo Morais |
| Brahimi premiado |
De fora desta lista ficaram também de fora o “dragão” Vincent Aboubakar e o “sportinguista” Islam Slimani. Os 2 jogadores do FC Porto e o “leão” faziam parte da lista inicial de candidatos, tendo sido afastados da eleição final, que vai decorrer a 8 de Janeiro, na Nigéria.
A lista final é composta pelos nigerianos Ahmed Musa (CSKA) e Vincent Enyeama (Lille), o ganês Asamoah Gyan (Al Ain), o gabonês Pierre Emerick Aubameyang (Borussia Dortmund) e o costa-marfinense Yaya Touré (Manchester City).
Contratado no início da época ao Granada pelo “dragões”, Yacine Brahimi bateu, na votação promovida pela BBC – e decidida pelos adeptos –, o gabonês Pierre-Emerick Aubameyang (Borússia Dortmund), o nigeriano Vincent Enyeama (Lille) e os costa-marfinenses Gervinho (Roma) e Yaya Touré (Manchester City), que tinha vencido num anterior.
Em declarações difundidas pelos canais oficiais do FC Porto, Brahimi revelou a sua satisfação: “É uma grande honra receber este prémio, representa muito para mim, e queria dedicá-lo, primeiro, à minha família, mas também à Argélia e a todos os países africanos”.
“Por agora, 2014 tem sido um ano muito bom e tenho de continuar assim, a trabalhar mais para evoluir e a ganhar troféus com o meu clube, o FC Porto, e se possível, na CAN (Taça das Nações Africanas), com a Argélia”, afirmou o jogador.
O futebolista destacou o papel do emblema “azul e branco” na conquista do prémio.
“Tenho de agradecer ao meu novo clube, aos jogadores que jogam comigo, ao treinador, à equipa técnica e a toda a gente do clube”, afirmou.
Brahimi confessou ainda estar satisfeito por ser “a primeira vez que um argelino vence este prémio”, apesar de esperar “que não seja a última”, enfatizando o quanto a distinção pode ter na carreira.
“Dá-me muita vontade e determinação para trabalhar mais, fazer mais e subir de nível a cada dia que passa”, afirmou.
O avançado argelino sucede a Yaya Touré, vencedor em 2013, que é atribuído desde 2000, 15 edições em já foram distinguidos jogadores como George Weah, Jay Jay Okocha e Didier Drogba.
Para Brahimi, trata-se do segundo prémio no espaço de pouco mais de um mês, depois de ter sido recentemente considerado o melhor futebolista africano da Liga espanhola 2013/14, ao serviço do Granada.
(do jornal Porto24)
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