Peço licença para ser mais um a mandar uns bitaites a propósito do desastre em Alvalade e do consequente final da ilusão do título deste ano, mas realmente é impossivel um portista ficar calado nestas circunstâncias.
Este desastre era previsivel, e para que não se diga que estou a fazer " prognósticos depois do jogo", lembro um texto que fiz neste blogue há já muitos meses (e que aliás me valeu uma série de comentários críticos ) em que pretendia focar uma série de aspectos que na altura considerava (e continuo a considerar ) como pontos negativos na gestão do nosso clube.
Neste momento, recriminações ou "caça às bruxas", serão prejudiciais na medida em que o importante é que se tirem ensinamentos dos erros que indiscutivelmente foram cometidos pela SAD. E se menciono apenas a SAD é porque penso que ela é a responsável final por tudo o que se passa num clube, desde a escolha e a continuidade do treinador até ao capacho da porta da entrada (como dizia um antigo patrão meu ) passando por todos os aspectos da complexa estrutura de um clube de topo. A questão-chave neste momento é saber se a actual SAD tem a capacidade de auto-crítica e o discernimento e humildade suficientes para aceitar que vários erros foram cometidos e que portanto haverá que reformular em conformidade a estratégia operacional. É evidente que não tenho a mais pequena pista para responder a esta questão, e penso mesmo que pouca gente terá, mas certamente todos temos a esperança que as necessárias correcções de rumo (e, se necessário, de parte da tripulação... ) serão as adequadas. Suponho também que ninguem terá dúvidas que é importante que o fracasso deste ano não seja mais que um tropeção num percurso brilhante, e que obrigatoriamente retomaremos o ciclo vitorioso a que nos habituamos. Este é um imperatrivo que não transcende apenas os sócios e simpatizantes do FCP, pois é um elemento importante na afirmação da cidade do Porto e até do Norte. Sabemos que não podemos ganhar sempre, mas também não estamos dispostos a perder muitas vezes.
Todos estamos cientes de que a época ainda não terminou, e que poderemos ainda ter alegrias que venham a atenuar a tristeza do campeonato perdido, e também da quase certa "falta de comparência" à próxima Champions. A irregularidade exibicional da equipa, em que os momentos negativos são superiores aos positivos, não aconselha grandes optimismos, mas nunca se sabe...
A provável ausência da Champions cria um quadro financeiro bem diferente dos últimos anos, impondo a adaptação a um orçamento bem mais magro. Talvez venha a ser bom, na medida em que o clube se habituou a uma aparente vida faustosa ( à escala portuguesa ) e agora vai ser obrigado a contar os tostões. Pode ser que assim volte a adquirir o sentido do valor do dinheiro.
Este desastre era previsivel, e para que não se diga que estou a fazer " prognósticos depois do jogo", lembro um texto que fiz neste blogue há já muitos meses (e que aliás me valeu uma série de comentários críticos ) em que pretendia focar uma série de aspectos que na altura considerava (e continuo a considerar ) como pontos negativos na gestão do nosso clube.
Neste momento, recriminações ou "caça às bruxas", serão prejudiciais na medida em que o importante é que se tirem ensinamentos dos erros que indiscutivelmente foram cometidos pela SAD. E se menciono apenas a SAD é porque penso que ela é a responsável final por tudo o que se passa num clube, desde a escolha e a continuidade do treinador até ao capacho da porta da entrada (como dizia um antigo patrão meu ) passando por todos os aspectos da complexa estrutura de um clube de topo. A questão-chave neste momento é saber se a actual SAD tem a capacidade de auto-crítica e o discernimento e humildade suficientes para aceitar que vários erros foram cometidos e que portanto haverá que reformular em conformidade a estratégia operacional. É evidente que não tenho a mais pequena pista para responder a esta questão, e penso mesmo que pouca gente terá, mas certamente todos temos a esperança que as necessárias correcções de rumo (e, se necessário, de parte da tripulação... ) serão as adequadas. Suponho também que ninguem terá dúvidas que é importante que o fracasso deste ano não seja mais que um tropeção num percurso brilhante, e que obrigatoriamente retomaremos o ciclo vitorioso a que nos habituamos. Este é um imperatrivo que não transcende apenas os sócios e simpatizantes do FCP, pois é um elemento importante na afirmação da cidade do Porto e até do Norte. Sabemos que não podemos ganhar sempre, mas também não estamos dispostos a perder muitas vezes.
Todos estamos cientes de que a época ainda não terminou, e que poderemos ainda ter alegrias que venham a atenuar a tristeza do campeonato perdido, e também da quase certa "falta de comparência" à próxima Champions. A irregularidade exibicional da equipa, em que os momentos negativos são superiores aos positivos, não aconselha grandes optimismos, mas nunca se sabe...
A provável ausência da Champions cria um quadro financeiro bem diferente dos últimos anos, impondo a adaptação a um orçamento bem mais magro. Talvez venha a ser bom, na medida em que o clube se habituou a uma aparente vida faustosa ( à escala portuguesa ) e agora vai ser obrigado a contar os tostões. Pode ser que assim volte a adquirir o sentido do valor do dinheiro.






